Sala de Situação da Dengue avalia cenário atual e discute medidas de combate ao Aedes aegypti no município

 

Publicado em: 17/04/2026 13:45

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Sala de Situação da Dengue avalia cenário atual e discute medidas de combate ao Aedes aegypti no município

 

Durante a terceira reunião da Sala de Situação da Dengue nesta sexta-feira,17 de abril,  foi apresentado um panorama atualizado das ações de vigilância e controle no município, destacando estratégias adotadas, desafios enfrentados e medidas previstas para o enfrentamento da doença. Entre os pontos abordados, foi ressaltada a importância do monitoramento contínuo realizado por meio de armadilhas instaladas em diferentes regiões da cidade. O sistema permite identificar a presença do mosquito Aedes aegypti e acompanhar a circulação de sorotipos do vírus, fornecendo informações essenciais para o direcionamento das ações de campo. As equipes reforçaram que as armadilhas têm caráter exclusivamente de vigilância, não sendo utilizadas para eliminação do vetor.

 

Os dados mais recentes indicam que, embora não haja circulação viral confirmada neste momento, o município apresenta índice de infestação do mosquito em nível de alerta. Esse cenário exige atenção permanente, especialmente diante da possibilidade de reintrodução de sorotipos e consequente aumento no risco de transmissão. Durante a apresentação, também foram detalhadas as atividades desenvolvidas pelas equipes de vigilância epidemiológica, sanitária e controle de endemias. As ações incluem visitas domiciliares, bloqueios em áreas com notificações suspeitas, levantamentos larvários, além de mutirões de limpeza e iniciativas de orientação à população.

 

Entre os principais desafios apontados estão a ampla dispersão dos focos pelo município e a recorrência de situações em imóveis com acúmulo de materiais, que favorecem o armazenamento de água e contribuem diretamente para a proliferação do mosquito. Diante desse cenário, a principal mensagem reforçada na reunião é clara: o combate à dengue não depende apenas do poder público, mas também do envolvimento direto da população. A maioria dos criadouros está dentro das residências, e atitudes simples, como eliminar recipientes com água parada, são decisivas para evitar novos surtos e epidemias.


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